Cedendo a pressões da União Europeia e da NATO, o Governo está disposto a investir milhares de milhões de euros em armamento e na Defesa.
Para que queremos umas Forças Armadas poderosas e bem armadas se o nosso pequeno País, mesmo assim, seria indefeso a qualquer ataque ambicioso ou diabólico de outro qualquer País visinho ou potência militar e mundial, com ambições territoriais ou económicas? Não será para beneficiar socialmente o nosso Povo, que bem precisa que lhe dêem soluções aos muitos probemas existentes por todo o País, que se vão adiando e o Povo pacientemente vai suportando e sofrendo, enganado com promessas eleitorais, mas sempre adiadas pelos Partidos que têm governado mal o País, comprometidos com os interesses empresariais e económicos de outros países.
As Forças Armadas Portuguesas, que outrora foram sacrificadas no “império” colonial poruguês, combatendo e morrendo heroicamente para defender interesses particulares, que não eram os seus nem do seu povo, resolveram com os jovens capitães do MFA, acabar com as guerras, libertar o seu Povo do Regime Ditaturial Fascista e libertar os povos coloniais do domínio colonial. Não obedecendo aos generais conservadores e caducos, colocaram Portugal no caminho da liberdade, honrando as suas instituições militares.
Hoje, o território de Portugal e o seu Povo está a ser atacado pela adversidade do clima, mal tratado, sem que as forças civis de combate consigam evitar a sua progressão e destruição que tem originado muitas vítimas mortais e enormes prejuizos materiais e económicos.
Pergunta-se: Na presença desta situação caótica, que fazem os numerosos generais e comandantes das nossas Forças Armadas? Onde estão os atuais capitães e sargentos que são comandados por eles? Porque não estão no terreno? Qual é afinal a missão patriótica das Forças Armadas de Portugal? Se nem servem para defender o seu Território e os haveres e as vidas dos portuguses?
O Povo Português não precisa de generais que pretendem comandar missões em países estrangeiros, alguns com guerras mortiferas, nem reforçar o seu material bélico com armamento altamente sofisticado comprado aos paises do tráfico de armas, nem reforçar o seu investimento de milhares de milhões de euros na Nato, o que necessita é desse investimento em materiais e homens para prevenir e combater os desastres naturais, como os fogos e as cheias, no seu território Pátrio.
As Forças Armadas Portuguesas necessitam de rever a sua estratégia e a sua organização para melhor cumprir a sua missão de defendero nosso País e deixar de ser subserviente aos interesses de Países que não ajudam Portugal a desenvolver-se e a progredir.
Viva Portugal
Viva as gloriosas Forças Armadas Portuguesas
Faustino Reis (ex. militar 3 anos, 2 em Gôa) e ex. preso político em 1971/73

