Tornou-se mais claro que a maioria dos membros dirigentes e os mais influentes políticos dos partidos que têm governado Portugal, são membros das “Associações” maçónicas ou religiosas. A maioria , se não a totalidade, dos ministros e deputados desses partidos (PSD; CDS; PS) têm a sua aprendizagem política de liberalismo ou neoliberalismo (capitalismo financeiro)  nas várias  Lojas maçónicas onde vestem o avental de pedreiro e artesãos do passado e aprendem a ser irmãos uns dos outros, mas só da sua classe social.

O recrutamento dos maçons é feito de pessoa a pessoa nas administrações de grandes empresas, nos Professores  Universitários da classe média e nas suas juventudes partidárias ou já nos comentadores televisivos e jornalistas que se destacam na defesa das posições políticas liberais. A entrada para membro (ou “sócio”) não é livre e requer informações sobre o candidato convidado, que deve já reunir certas caracteristicas pessoais, como não ser ateu, nem possuir tendências sociais coletivas. Esses são recusados.

A maioria dos professores universitários recusam os convites, preferem continuar a ser “Livres Pensadores” mas livres, mas também recusam aderir a partidos políticos, antigos ou novos, para se oporem. Preferem continuar apenas com a sua carreira universitária ou fazerem algumas palestras quando são convidados. Mas é esta maioria que tem responsabilidade de alterar e modificar a forma de governar o País, com mais justiça social. Não pode continuar a olhar para o lado e não fazer uso na política do poder dos seus conhecimentos cientificos para beneficiar todo o Povo.

E pergunta-se: Como é que o Povo pode escolher capazmente se os maçons da comunicação social se esforçam a formar a opinião pública que é mais favorável à classe financeira? E se não existem partidos opositores na sua área política, de nivel elevado com ideias governativas que se oponham às dos maçons e se os universitários recusam fazer parte de novos partidos ou já estão “vendidos” a eles?

Restam assim, os estudantes universitários inexperientes para os formar e combaterem, ou então os sindicato e os partidos da classe trabalhadora. Mas é nessa altura que os maçons atuam para formar a opinião pública. E como se constituiriam Governos e Assembleias sem doutorados e mestrados das várias áreas do conhecimento?

Caros doutores universitários ajudem o Povo a vencer!

Faustino Reis