Esta é uma preocupação de sempre de todas as gerações humanas.

A felicidade não é um sentimento que se consiga obter por magía ou de forma automática e isoladamente, sem ser acompanhado pela obtenção de outros objetivos e sem a mútua colaboração de outros seres humanos.

Nem todas as pessoas tentam da mesma forma e com os mesmos meios e objetivos conseguir ser feliz. Depende muito da sua personalidade pessoal, dos outros sentimentos secundários e individuais e das oportunidades que lhes foram concedidas durante a sua vida desde o nascimento.

Nem a todas as pessoas é concedido as mesmas condições físicas, mentais e materiais para se prepararem para a luta durante a vida, contra as adversidades que vão surgindo ou lhes são impostas por outros seres humanos ou pelas condições económicas e políticas impostas pela gestão do País.

Há pessoas que já nascem de progenitores infelelizes, que nem berço têm, e há outras que nascem com o “cu  virado pr’á lua” e com um “berço de ouro” à sua espera. Claro que as possibilidades de virem a ter felicidade na vida são diferentes.

É direito constitucional em Portugal, que os gestores do País (governos e restantes instituições) tudo façam para minorar injustiças que provoquem infelicidade. Infelismente não é isso que acontece, há muitos governantes que estão mais interessados em beneficiar económicamente e socialmente as familias que já possuem “berços de ouro”. As carências de bens necessários para proporcionar a felicidade são muitas e variadas, desde apoio social, educação, habitação, apoio na doença, salários condignos e pensões justas, etç,  dificultando a vida às pessoas que mais precisam de apoio e colaboração e os que trabalham ou trabalharam.

Assim está cada vez mais dificil atingir a almejada FELICIDADE, como a maioria dos jovens desejam, mas esperando à sombra da “bananeira” que ela apareça.

13-7-2026    –   Fausino Reis